• 17Mar
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    bruno_home

    Bruno Belluomini expoente maior do dubstep no Brasil, é o convidado do Cigano para mixar a sessão Guests 002.Ainda nesta sessão você poderar conferir uma entrevista exclusiva com o responsável pelo  Tranquera.org

    Guests 002 – Mix Tape – DJ Bruno Belluomini (dubstep)

    AUDIOICON
    (para ouvir o set mixado clique em audio para abrir o player)
    para baixar o set mixado clicar em audio, logo após irá abrir a opção download, com o botão direito do mouse selecione a opção, salvar como

    Interview:

    bruno

    Conte um pouco mais sobre você. Como você começou a tocar? Quais são suas influências musicais? Como foi seu primeiro contato com um setup de DJ?

    Comecei a tocar no final dos 90. Venho do Hardcore, Punk Rock. Sempre ouvi Minor Threat, Black Flag, Fugazi, Bad Brains. Trocava fitas K7 com os amigos, escrevia fanzine. Mas foi no Jungle que encontrei DIY na música eletrônica.

    Falando agora sobre Dubstep, gênero que você representa muito bem o Brasil. Como você começou a escutar? Quais características agradam e quais produtores podem ser considerados ícones? Por que eles são referência no Dubstep?

    Meu primeiro contato com o Dubstep foi através do vinil. Tive o privilégio de poder participar desse processo de perto, conversando e trocando experiências com os veteranos da cena. Toco o som dos artistas e produtores que acredito e apoio: Geiom, Appleblim, Shackleton, Elemental, Helixir, Kode 9, Mala, Pinch, Scuba, MRK1, Pacheko, Cardopusher, entre outros. O quesito referência é um conjunto de diversos aspectos: criatividade, inovação, atitude, tragetória, etc. Para mim, a palavra final é relevância.

    Você acredita que o Dubstep tem potencial e público para entrar no mainstream de grandes festivais brasileiros como Skol Beats e Nokia Trends?

    Sim, como todo gênero musical. Caspa e Rusko hoje fazem um som que agrada multidões. Não vejo motivo para o Dubstep não encontrar seu caminho no mainstream também. É um ciclo: as coisas surgem de uma ruptura, crescem, atingem um ponto de saturação e depois morrem. O som segue em frente, carregado pelas mãos de novos artistas de tempos em tempos.

    Fale um pouco sobre o Tranquera.org. O site vem tendo grande destaque mundial, além de ser uma ótima referência para designers. Você tem contabilizado quantos podcasts, sets mixados, guest mixs vocês já gravaram? Qual a mensagem que o Tranquera passa para o público ?

    Mantemos o Tranquera desde 2005 e desde então já desenvolvemos diversos projetos. Nosso foco de atuação vai além da música: lidamos com design gráfico, fotografia, vídeo, comunicação, arte e expressão de uma forma geral. Somos produtores de nossas próprias empreitadas também. Trabalhamos de forma colaborativa e buscamos parcerias produtivas sempre.

    O que você acha da cena atual de batidas quebradas brasileira, mais especificamente em São Paulo? Você acredita que está tendo relativo sucesso junto ao público o gênero como um todo?

    A cena está bem legal. A noite Baixaria é um exemplo disso. A festa rola no Vegas Club desde 2008 e já começa criar público próprio. É muito bacana você poder oferecer uma alternativa diferenciada ao entretenimento noturno da cidade. Nosso público é protagonista de um grande momento na história da cultura clubber de São Paulo. Meu som também é presença em line-ups bem interessantes.

    Para fechar o Cigano.org deixa esse espaço livre para seus comentários finais. Apenas lembrando que você tem lugar reservado no site como um expoente do Dubstep no Brasil.

    Valeu molecada! A gente se vê na pista!

    DJ BRUNO BELLUOMINI
    www.brunobelluomini.com
    www.tranquera.org

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